Nossa História

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Somos uma Igreja em células, filiada a CBN-RS – Convenção Batista Nacional – Seção RS.  Nossa História teve início no ano de 1988, onde os irmãos João e Ana Laurindo, residentes em Guaíba-RS, receberam uma palavra profética de que Deus abriria uma porta na cidade através das suas vidas e do seu lar e muitos entrariam por essa porta.

No final do ano de 1989, não estando congregando, começaram a busca por uma igreja. Receberam orientação de Deus para congregar na Igreja Batista Filadélfia de Porto Alegre. Como haviam outros irmãos que estavam na mesma situação, em abril de 1990 começa uma congregação na garagem dos irmãos com 6 pessoas aproximadamente, com a participação de irmãos de Porto Alegre, sob a coordenação do irmão Sidinei Consteila.

Em Junho de 1990 foi locada uma pequena sala na Rua São José, esquina com a Av. Vinte de Setembro, com a capacidade para cerca de 30 pessoas. A congregação foi crescendo e no ano de 1992 é locado um salão, com uma capacidade maior na Rua São Geraldo 902 – Bairro Ermo, de propriedade do irmão João Laurindo.

Em 31 de maio de 1992, por solicitação da congregação, o irmão Sidinei Consteila é ordenado ao pastorado.

A obra continua crescendo, fazendo-se necessário aumentar o templo. Em 1995 a congregação é emancipada e passa a denominar-se Igreja Batista Filadélfia de Guaíba.

Em Julho de 2004 a Igreja muda-se para um templo na rua Nestor de Moura Jardim, 450, que comporta cerca de 1000 pessoas, com 14 salas para atender a parte administrativa, pastoral, berçário, escola, dança e louvor.

Em Que Cremos

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1.1 Cristo Como Senhor – A suprema fonte de autoridade é o Senhor Jesus Cristo, e toda esfera da vida está sujeita à Sua Soberania.

1.2 As Escrituras – A Bíblia, como revelação da Vontade divina, cumprida e completada na vida e nos ensinamentos de Jesus Cristo, é nossa regra autorizada de fé e prática.

1.3 O Espírito Santo – O Espírito Santo é o próprio Deus revelando Sua Pessoa e vontade aos homens. Ele, portanto, interpreta e confirma a voz da autoridade divina.

Seu Valor – Cada indivíduo foi criado à imagem de Deus e, portanto, merece respeito e consideração como uma pessoa de valor e dignidade infinita.

Sua Competência – Cada pessoa é competente e responsável perante Deus, nas próprias decisões e questões morais e religiosas.

Sua Liberdade – Cada pessoa é livre perante Deus em todas as questões de consciência e tem o direito de abraçar ou rejeitar a religião, bem como de testemunhar sua fé religiosa, respeitando os direitos dos outros.

A Salvação Pela Graça – A salvação é dádiva de Deus através de Jesus Cristo, condicionada, apenas, pela fé em Cristo e rendição à soberania divina.

As Exigências do Discipulado – As exigências do discipulado cristão, baseadas no reconhecimento da soberania de Cristo, relacionam-se com a vida em um todo e exigem obediência e devoção completas.

O Sacerdócio do Crente – Cada cristão, tendo acesso direto a Deus, através de Cristo, é seu próprio sacerdote e tem a obrigação de servir de sacerdote de Cristo em benefício de outras pessoas.

O Cristão e Seu Lar – O lar é básico, no propósito de Deus para o bem-estar da humanidade, e o desenvolvimento da família deve ser de supremo interesse para todos os cristãos.

O Cristão Como Cidadão – O cristão é cidadão de dois mundos – o reino de Deus e o Estado – e deve ser obediente à lei de seu País, tanto quanto à lei suprema de Deus.

Sua Natureza – A igreja, no sentido lato, é a comunidade fraterna de pessoas redimidas por Cristo e tornadas uma só na família de Deus. A igreja, no sentido local, é a companhia fraterna de crentes batizados, voluntariamente unidos para o culto, desenvolvimento espiritual e serviço.

Suas Ordenanças – O Batismo e a Ceia do Senhor, as duas ordenanças da igreja, são símbolos da redenção, mas sua observância envolve realidades espirituais na experiência cristã.

Seus Membros – Ser membro de igreja é um privilégio, dado exclusivamente a pessoas regeneradas que voluntariamente aceitam o batismo e se entregam ao discipulado fiel, segundo o preceito cristão.

Seu Governo – Uma igreja é um corpo autônomo, sujeito unicamente a Cristo, sua cabeça. Seu governo democrático, no sentido próprio, reflete a igualdade e responsabilidade de todos os crentes, sob a autoridade de Cristo.

Sua Relação Para Com o Estado – A igreja e o Estado são constituídos por Deus e perante Ele responsáveis. Devem permanecer distintos, mas têm a obrigação do reconhecimento e esforços mútuos, no propósito de cumprir-se a função divina.

Sua Relação Para com o Mundo – A igreja tem uma posição de responsabilidade no mundo; sua missão é para com o mundo, mas seu caráter de ministérios é espiritual.

A Centralidade do Indivíduo – De consideração primordial na vida e trabalho de nossas igrejas é o indivíduo com seu valor, suas necessidades, sua liberdade moral, seu potencial perante Cristo.

Culto – O Culto – que envolve uma experiência de comunhão com o Deus vivo e santo –  exige uma apreciação maior sobre a reverência e a ordem no Culto, a confissão e a humildade, a consciência da santidade, majestade, graça e propósito de Deus.

O Ministério Cristão – Cada cristão tem o dever de ministrar ou servir com abnegação completa; Deus, porém, na Sua sabedoria, chama várias pessoas de um modo singular para dedicarem a sua vida, de tempo integral, ao ministério relacionado com a obra da igreja.

Evangelismo – O evangelismo, que é básico no ministério da igreja e na vocação do Crente, é a proclamação do juízo e da graça de Deus em Jesus Cristo e a chamada para aceitá-lo como Salvador e segui-lo como Senhor.

Missão – As missões procuram a extensão do propósito redentor de Deus em toda parte, através do evangelismo, da educação e do serviço cristão e exigem de nós dedicação máxima.

Mordomia – A mordomia cristã concebe toda a vida como um encargo sagrado, confiado por Deus, e exige o emprego responsável de vida, tempo, talentos e bens – pessoal ou coletivamente –  no serviço de Cristo.

O Ensino e Treinamento – A natureza da fé e experiência cristã e a natureza e necessidade das pessoas fazem do ensino e treinamento um imperativo.

Educação Cristã – A educação cristã emerge da relação da fé e da razão, e exige excelência e liberdade acadêmicas que são tanto reais, quanto responsáveis.

I – DAS ESCRITURAS – Cremos que a Bíblia Sagrada foi escrita por homens divinamente inspirados; que é um tesouro perfeito de instrução celestial, tendo Deus por seu verdadeiro autor; que tem por objetivo a salvação dos homens; que o seu conteúdo é a verdade sem qualquer mescla de erro; que revela os princípios pelos quais Deus nos julgará e por isso é, e continuará sendo, até ao fim do mundo, o verdadeiro centro da união cristã e padrão supremo pelo qual toda a conduta, credos e opiniões dos homens devem ser julgados ( II Tm. 3:16; II Pe. 1:21; II Sm 23:2).

II – DO VERDADEIRO DEUS – Cremos que há um e somente um Deus vivo e verdadeiro, Espírito infinito e inteligente, cujo nome é Jeová, Criador e Senhor supremo dos céus e da terra, indivizivelmente glorioso em santidade e digno de toda honra, confiança e amor; que na Unidade Divina há três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, iguais em todas as perfeições divinas e que executam ofícios distintos mas harmônicos na grande obra da Redenção (Jo. 4:24; Sl 147:5; Rm 1:20).

III – DO ESPÍRITO SANTO – Cremos que o Espírito Santo é o Espírito de Deus. Ele inspirou homens santos da antiguidade para escrever as escrituras. Capacita homens através de iluminação a compreender a verdade. Exalta a Cristo. Convence do pecado, da justiça e do juízo. Atrai homens ao Salvador e efetua regeneração. Cultiva o caráter cristão, conforta os crentes e concede os dons espirituais pelos quais eles servem a Deus através de Sua Igreja. Sela o salvo para o dia da redenção final. A presença Dele no Cristão é a segurança de Deus para trazer o salvo à plenitude da estatura de Cristo. Ele ilumina e reveste de poder (Batismo no Espirito Santo) o crente e a Igreja para a adoração, evangelismo e serviço (Gn. 1:2; Jz 14:6; I Tm 3:16, 4:1).

IV – DA QUEDA DO HOMEM – Cremos que o homem foi criado em santidade, sob a lei do seu Criador, mas caiu desse estado santo e feliz, por transgressão voluntária, em conseqüência da qual toda  a humanidade tornou-se pecadora, não por constrangimento, mas por livre escolha, sendo por natureza destituída completamente daquela santidade que a Lei de Deus requer, e positivamente inclinada à prática do mal, estando, sem defesa nem escusa, condenada em justiça à ruína eterna (Gn 1.72, 31; At. 17.26)

V – DO MEIO DA SALVAÇÃO – Cremos que a salvação dos pecadores é inteiramente de graça pela mediação do Filho de Deus, o qual, segundo desígnio do Pai, assumiu livremente nossa natureza mas sem pecado, honrou a lei Diniva pela Sua obediência pessoal, e por Sua morte realizou completa expiação dos nossos pecados; que, tendo ressurgido dos mortos, está agora entronizado nos céus e que, unindo em sua maravilhosa pessoa a mais terna simpatia com a perfeição divina, está completamente capacitada para ser o Salvador adequado, compassivo, e todo-suficiente dos homens (Ef. 2.5,8,9; Mt. 18.11; IJo. 4.10).

VI – DA JUSTIFICAÇÃO – Cremos que a grande bênção do Evangelho, que Cristo assegura aos que nEle crêem, é a Justificação; que esta inclui o perdão dos pecados e a promessa da vida eterna, baseada nos princípios da justiça; que é conferida, não em consideração de quaisquer obras justas que tenhamos feito. mas exclusivamente pela fé no sangue do Redentor que, em virtude dessa fé, a a perfeita justiça de Cristo é livremente imputada por Deus que ela nos leva ao estado da mais abençoada paz e favor com Deus e nos assegura todas as outras bênçãos necessárias para o tempo e a eternidade (Jo 1.16; Ef. 3.8; Is 53.11,12).

VII – DA GRATUIDADE DA SALVAÇÃO – Cremos que as bênçãos da salvação cabem gratuitamente a todos por meio do evangelho; que é dever imediato de todos aceitá-las com fé obediente, cordial e penitente, e que nada impede a salvação, ainda mesmo do maior pecador da terra, senão sua perversidade inerente à voluntária rejeição do Evangelho, a qual agrava a sua condenação (Is. 55.1; Ap 22.17; Lc. 14.17).

VIII – DA GRAÇA DA REGENERAÇÃO – Cremos que os pecadores para serem salvos precisam ser regenerados, istó é, nascer de novo; que a regeneração consiste na outorga de uma santa disposição à mente, e que isso se efetua pelo poder do Espírito Santo de um modo que transcende a nossa compreensão, em conexidade com a verdade divina, de maneira a assegurar-nos nossa obediência voluntária ao Evangelho; que a evidência da regeneração transparece nos frutos santos do arrependimento e da fé e em novidade de vida (Jo. 3.3; Gl 5.16).

IX – DO ARREPENDIMENTO E DA FÉ – Cremos que o arrependimento e a fé  são deveres sagrados e também graças inseparáveis, originadas em nossas almas pelo Espírito regenerador de Deus; que, sendo por essas graças convencidos profundamente de nossa culpa, perigo e incapacidade, bem como do caminho da salvação por Cristo, voltamo-nos para Deus com sincera contrição, confissão e súplica por misericórdia, recebendo ao mesmo tempo de coração o Senhor Jesus Cristo como nosso Profeta, Sacerdote e Rei, e confiando somente nEle como o único e auto-suficiente Salvador (Mc 1.15; Rm 10.12-13; Sl 51).

X – DO PROPÓSITO DA GRAÇA DE DEUS – Cremos que a Eleição é o eterno propósito de Deus, segundo o qual Ele gratuitamente regenera, santifica e salva pecadores; que esse propósito, sendo perfeitamente consentâneo com o livre arbítrio do homem, compreende todos os meios que concorrem para esse fim. Que é gloriosa manifestação da soberana vontade de Deus que é infinitamente livre, sábia, santa e imutável; que exclui inteiramente a jactância e promove a humildade, o amor, a oração, o louvor, a confiança em Deus, bem como a imitação ativa de sua livre misericórdia; que encoraja o uso dos meios de santificação no grau mais elevado e pode ser verificada por seus efeitos em todos aqueles que realmente crêem no Evangelho; que o fundamento de segurança cristã e que o verificá-la, a respeito de nós mesmos, exige e merece a nossa maior diligência (II Tm. 1.8, 9; I Pe 1.1,2; Ex. 33. 18, 19).

XI – DA SANTIFICAÇÃO – Cremos que a santificação é o processo pelo qual, de acordo com a vontade de Deus, somos feitos participantes de Sua santidade; que é uma obra progressiva que se inicia na regeneração; que é continuada nos corações dos crentes pela presença do Espírito Santo, o confirmador e confortador, no uso contínuo dos meios indicados, especialmente a Palavra de Deus, o exame próprio, a renúncia, a vigilância e a oração (I Ts. 4.3; 5.23; II Co. 71; 13.9).

XII – A PERSEVERANÇA DOS SANTOS – Cremos que só são crentes verdadeiros aqueles que perseveram até o fim; que a sua ligação perseverante com Cristo é o grande sinal que os distingue dos que professam superficialmente; que uma Providência especial vela pelo seu bem-estar  e que são guardados pelo poder de Deus mediante a fé para a salvação (J8.31; I Pe. 1.5).

XIII – DA HARMONIA ENTRE A LEI E O EVANGELHO – Cremos que a Lei de Deus é a regra eterna e imutável de seu governo moral; que é santa, justa e boa, e que a incapacidade atribuída pelas Escrituras ao homem decaído para cumprir os seus preceitos, deriva inteiramente do amor que ele tem pelo pecado; que um dos grandes objetivos do Evangelho e dos meios da graça relacionados com o estabelecimento da igreja visível é o de libertar os homens do pecado e restaurá-los, através de um Mediador, à obediência sincera à santa Lei (Rm 3.31; Sl 19.7; ICo 12.28).

XIV – DA IGREJA EVANGÉLICA – Cremos que uma igreja visível de Cristo é uma congregação de crentes batizados, que se associam por um pacto na fé e comunhão do evangelho; que observam as ordenanças de Cristo e são governados por Suas Leis; que usam os dons, direitos e privilégios a eles concedidos pela Palavra; que seus únicos oficiais, segundo as Escrituras, são os bispos ou pastores e os diáconos, cujas qualificações, direitos e deveres estão definidos nas Epístolas a Timóteo e a Tito (Mt 18.17; I Tm 3; Tt 1).

XV – DO SÁBADO CRISTÃO – Cremos que o primeiro dia da semana é o Dia do Senhor ou sábado cristão e que deve ser consagrado a propósitos religiosos, com abstenção de todo trabalho secular e recreações mundanas e pela observância piedosa de todos os meios de graça, quer privados quer públicos, e também pela preparação para aquele repouso que resta para o povo de Deus (At. 20. 7; Gn 2.3; Gn. 46. 2-8).

XVI – DO GOVERNO CIVIL – Cremos que o governo civil é de ordenação divina para os interesses e a boa ordem da sociedade humana, e que os magistrados devem ser objeto de nossas orações, bem como devem ser conscientemente honrados e obedecidos, exceto, exclusivamente, nas coisas que se opõem à vontade de nosso Senhor Jesus Cristo, que é o único Senhor da consciência e o Príncipe dos reis da terra (Rm 13. 1-7; Dn 3. 15-18; 6. 7-10).

XVII – DOS JUSTOS E DOS ÍMPIOS – Cremos que há uma diferença radical e essencial entre os justos e os ímpios; que somente aqueles que pela fé são justificados em o nome do Senhor Jesus e santificados pelo Espírito de nosso Deus são verdadeiramente justos à face de Deus, enquanto que todos aqueles que continuam na impenitência e na incredulidade são ímpios aos Seus olhos e se encontram sob a maldição; que essa dintinção permanece entre os homens, quer na morte, quer após a morte (Mt 7. 13, 14; Lc. 16. 25).

XVIII – DO MUNDO VINDOUROCremos que se aproxima o fim do mundo; que no último dia, Cristo descerá dos céus e levantará os mortos do túmulo para a recompensa final; que ocorrerá então uma solene separação; que os ímpios serão entregues à punição sem fim e os justos à bem aventurança para sempre; e que esse julgamento, baseado nos princípios da justiça, determinará o estado final dos homens no céu ou no inferno (I Pe. 4.7; I Co. 7:29, 31; Hb 1.10-12).