Falei

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.” (Efésios 4:29).

Uma das armas mais destruidoras que satanás utiliza é o desmerecimento das pessoas. É causando dúvida na identidade de quem somos em Deus por meio de Cristo, que satanás busca atingir seus objetivos. Infelizmente os “profetas do inimigo” estão sempre prontos a proferir palavras para destruir as pessoas tanto fora, como lamentavelmente dentro da igreja. Ao passo que deveríamos ser pessoas que agregamos valor aos outros, muitas vezes nos pegamos diminuindo, desvalorizando, julgando e destruindo a imagem das pessoas que dizemos amar em Cristo; desmerecendo aquilo que elas fizeram com muito carinho e esmero e utilizando a “boca abençoadora” como “boca amaldiçoadora”.

  • “O que guarda a sua boca conserva a sua alma, mas o que abre muito os seus lábios se destrói”. (Pv. 13:3)
  • “O que guarda a sua boca e a sua língua guarda a sua alma das angústias”. (Pv. 21:23)
  • “Os lábios do tolo entram na contenda, e a sua boca brada por açoites”. (Pv. 18:6)

Deus, ao contrário do nosso inimigo, afirma nossa identidade de filhos por meio de Cristo. O Senhor nos criou para as boas obras em Cristo Jesus (Efésios 2:10); o pecado nos afastou disso, mas a graça na pessoa de Jesus, desceu a esse mundo para buscar e salvar o perdido (Lucas 19:10). Aleluia! A boca de Cristo foi um instrumento de perdão de Deus, de libertação, de cura, de esperança, de amor, de correção, de vida, de justiça e de afirmação da nossa aceitação por meio do Seu sacrifício. E a nossa? O que anda ressoando nos nossos lábios?

“Porque Quem quer amar a vida, E ver os dias bons, Refreie a sua língua do mal, E os seus lábios não falem engano”. (1 Pedro 3:10).

“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”.

Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo; retendo a palavra da vida, para que, no Dia de Cristo, possa gloriar-me de não ter corrido nem trabalhado em vão. (Filipenses 2:14-16)

“Quem murmura do seu irmão municia o inimigo”.